Projetos de extensão
Projeto Ubuntu Libras: história da África e Cultura Africana e Afro-brasileira de línguas orais para línguas de sinais.
O projeto Ensino da História da África e da Cultura Africana e Afro-Brasileira em Língua Brasileira de Sinais é vinculado ao Núcleo de Estudos e Pesquisas em Tradução, Interpretação e Educação para o Antirracismo em Contextos Sociolinguísticos de Línguas de Sinais (Proex/UFSCar), e reúne profissionais da Universidade Federal de São Carlos, da Universidade Federal de Lavras, da Universidade Federal de Juiz de Fora e da Prefeitura Municipal de Juiz de Fora. Coordenado pelas professoras Diléia Aparecida Martins, da Universidade Federal de São Carlos, e Érica Alves Barbosa M. Tavares, da Universidade Federal de Lavras, o projeto se dedica à produção de materiais bilíngues e à tradução de contos e narrativas que expressam a filosofia africana.
Saiba mais em:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS. Centro de Educação e Ciências Humanas. Convite para participar do projeto Ensino da História da África e da Cultura Africana e Afro-Brasileira em Língua Brasileira de Sinais. Disponível em: https://www.cech.ufscar.br/pt-br/news/convite-para-participar-do-projeto-ensino-da-historia-da-africa-e-da-cultura-africana-e-afro-brasileira-em-lingua-brasileira-de-sinais. Acesso em: 30 jun. 2026.
Projeto Libras no Terreiro
O projeto Libras no Terreiro, coordenado pelo Prof. Dr. Ronaldo Manassés, da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), configura-se como o primeiro projeto de ensino de Libras em terreiros de axé. Iniciado em Macapá, tem perspectivas de expansão nacional e internacional.
A proposta surgiu diante da carência de referências adequadas sobre o Candomblé destinadas à comunidade surda, que frequentemente acessava tais conteúdos por meio de narrativas distorcidas, marcadas por preconceitos religiosos e pela associação equivocada da religião ao diabolismo. Desde 2021, o projeto Libras no Terreiro tem promovido o ensino de Libras entre os adeptos do Candomblé, ampliando a acessibilidade cultural e desenvolvendo sinais-termos específicos para essa expressão religiosa afro-brasileira (Manassés, 2022).
Saiba mais em:
MANASSÉS, Ronaldo. Libras no Terreiro: sinalizando entre Vódùns. In: PAULA, Emerson de (Org.); FONSECA, José Flávio Gonçalves da (Org.); PELAES, Márcia (Org). Acessibilidade Cultural no Amapá II. São Paulo: e-Manuscrito, 2022.
Projeto “Construindo o Saber Èdè Lamí
O projeto “Construindo o Saber Èdè Lamí”, em conjunto com o grupo de pesquisa “África em Mãos”, ambos coordenados pelo professor Wemerson Silva, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) visa à criação de sinais-termos para a língua iorubá, de modo a superar a prática recorrente da soletração e favorecer uma aproximação mais significativa entre os tradutores/intérpretes e a diversidade linguística e cultural vinculada à nação Ketu/Nagô (Revista Ensino Superior, 2020).
O professor também criou o canal no YouTube Axé Libras, dedicado a disseminar seus estudos sobre terminologia afro-brasileira.
Saiba mais em:
REVISTA ENSINO SUPERIOR. Professor baiano traduz a língua iorubá para a Libras e a difunde na universidade e internet. [s. d.]. Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2020/03/23/ioruba-libras/. Acesso em: 2 out. 2024.
Canal Youtube Axé Libras: https://www.youtube.com/channel/UCtePs7yTyXIqOESspMJP30A


